Por que o histórico de movimentações é a prova documental da obra
Cada linha guarda data, tipo, documento, quantidade e responsável, e é isso que sustenta medição, prestação de contas e discussão com empreiteira.
Estoque de obra não se resume a saber quanto tem. É saber responder, meses depois, quem retirou, quando, para qual frente e com qual documento. A tela Movimentações existe para isso.
O que cada linha registra
Tipo: entrada, saída, transferência ou ajuste;Insumo: descrição e código, sempre do catálogo, nunca texto livre;Documento / origem: nota fiscal, frente, lote, para quem foi, ou a origem do lançamento;Qtd.: com sinal, na unidade do insumo;Responsável: o nome de quem lançou;Data: dia e hora.
Nenhum desses campos é digitado depois. Eles são gravados no momento do lançamento, pela tela que executou a operação.
Onde isso salva a obra
- Medição de empreiteira: material fornecido pela construtora aparece com lote, frente e nome de quem retirou;
- Prestação de contas: a exportação em
.xlsxjunta data, tipo, código, descrição, quantidade, documento e responsável em uma planilha só; - Auditoria e glosa: a entrada com número de nota fiscal amarra o estoque ao documento fiscal;
- Discussão de consumo: em vez de "sumiu material", você mostra a linha e a data.
Trate os campos de documento como obrigatórios na sua rotina interna, mesmo quando o sistema aceita em branco. Nota fiscal na entrada, motivo na saída avulsa, lote e empreiteira na retirada. É o que separa um histórico que serve de prova de uma lista de números.
Não existe edição de movimentação e não existe botão de novo lançamento nesta tela. A exclusão fica só com o Suporte Almoxa, e o caminho normal de correção está em como corrigir um lançamento feito errado.
Este texto faz parte da Central de Ajuda do Almoxa, o sistema de gestão de materiais de obra da Viável Engenharia de Custos.
Ver o Almoxa por dentro